Informação clara sobre temas jurídicos do dia a dia
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Divórcio
O processo de separação: vias, prazos, documentos e a divisão do patrimônio.
Divórcio: como funciona, tipos, documentos, partilha e próximos passos
Quando um casamento termina, o divórcio em si é só uma das questões a resolver. Este guia separa o que é o fim do vínculo do que costuma vir junto.Separação de fato: o que muda antes do divórcio?
A separação de fato começa quando o casal deixa de viver como casal, mesmo sem divórcio formalizado. Este guia explica o que ela muda no patrimônio, nas dívidas e na convivência.
Guarda de pets após a separação: como funciona a custódia compartilhada segundo a nova lei?
Desde abril de 2026 existe lei federal sobre custódia de animais na dissolução de casamento ou união estável. Ela não transforma pets em filhos — e também não permite tratá-los como um objeto a dividir.
Guarda e convivência
Como se organizam guarda, residência, convivência e as decisões sobre os filhos.
Guarda dos filhos: como funciona, tipos de guarda e direito de convivência
Guarda, convivência e residência não são a mesma coisa. Entender a diferença resolve boa parte das dúvidas de quem está organizando a vida dos filhos depois da separação.Posso mudar de cidade com meu filho? Entenda o que acontece com guarda e convivência
Decidir onde você vai morar é uma coisa. Mudar a residência da criança é outra — e essa segunda decisão a lei não entrega a um dos pais sozinho.
Pais no exterior: como ficam guarda, convivência, viagens e pensão dos filhos?
Morar em outro país não encerra guarda, convivência nem obrigação alimentar. O que muda é a logística — e a necessidade de separar viagem, mudança de residência e cobrança internacional.
Avós têm direito de conviver com os netos? Entenda quando a convivência pode ser protegida
A lei estende a convivência aos avós, mas a critério do juiz e observado o interesse da criança. O centro da análise não é o direito do adulto de ter acesso — é o que aquele vínculo representa para ela.
Guarda compartilhada: como funciona na prática e o que muda para os pais e os filhos?
O que se compartilha é a responsabilidade parental, não o calendário. Este guia mostra como o arranjo funciona no dia a dia — residência, decisões, férias, despesas e distância.
Pensão alimentícia
Fixação, revisão, cobrança e extinção da obrigação alimentar.
Pensão alimentícia: quem tem direito, como funciona e como o valor é calculado
Não existe percentual universal. O valor sai da relação entre o que quem recebe precisa e o que quem paga consegue pagar — e pode mudar ao longo do tempo.Exoneração de pensão alimentícia: quando é possível pedir o fim da obrigação?
A pensão não termina sozinha, mesmo quando a razão que a justificava desaparece. Este guia explica quando cabe pedir a exoneração e o que precisa ser provado.
Filhos podem ter obrigação de pagar pensão aos pais? Entenda quando isso pode acontecer
A obrigação alimentar é recíproca entre pais e filhos. Mas parentesco não gera pensão automática — e, havendo vários filhos, a contribuição não é necessariamente igual para todos.
Ex-cônjuge pode ter direito à pensão? Entenda quando alimentos podem ser devidos após a separação
Não existe pensão automática entre ex-cônjuges, nem vedação a ela. O que se examina é a dependência econômica que a organização daquela família produziu — e a possibilidade real de reorganizá-la.
Pensão alimentícia atrasada pode levar à prisão? Entenda como funciona a cobrança
A conta dos três meses é a explicação mais repetida e a menos exata. Ela descreve um recorte da dívida dentro de um procedimento — não um prazo a partir do qual alguém é preso.
Revisão de pensão alimentícia: quando o valor pode aumentar ou diminuir?
Pensão fixada não é valor imutável — mas mudança de renda ou de despesa também não altera nada sozinha. O que decide é o que mudou desde a fixação, e o que se consegue provar.
Pensão alimentícia: o juiz pode acessar dados bancários de quem esconde renda?
Renda declarada nem sempre retrata a realidade econômica inteira. Mas suspeita não abre conta bancária: o acesso a dado protegido é medida excepcional, e depende de não haver outro caminho.
União estável
Reconhecimento, prova, efeitos patrimoniais e dissolução da união estável.
União estável: como funciona, requisitos, direitos e divisão de bens
Nem toda relação longa é união estável — e a falta de papel não significa que ela não exista. O que decide é o conjunto das circunstâncias, não um item isolado.Regimes de bens
O que entra e o que fica de fora do patrimônio comum do casal.
Regimes de bens: como funcionam no casamento, divórcio e herança?
Regime de bens não é fórmula de "metade para cada um". É o conjunto de regras aplicado à história de cada bem — e os efeitos mudam conforme a questão seja divórcio, dívida ou sucessão.É possível mudar o regime de bens depois do casamento?
A lei permite alterar o regime de bens depois do casamento, mas não por simples acordo entre os cônjuges: exige pedido judicial motivado, análise do juiz e preservação dos direitos de terceiros.
Pacto antenupcial: quando é necessário, o que pode prever e como funciona
Pacto antenupcial não é sinônimo de desconfiança nem de blindagem patrimonial: é o instrumento pelo qual o casal escolhe ou personaliza o regime de bens antes do casamento, dentro dos limites que a lei impõe.
Empresa entra na partilha do divórcio? Quotas, lucros e direitos do ex-cônjuge
Ter direito ao valor das quotas não é o mesmo que entrar na sociedade. A partilha separa a expressão econômica da participação dos direitos de gestão — e essa diferença decide quase tudo.
Bem comprado com dinheiro de herança entra na partilha? Como provar a origem do patrimônio
"Paguei com o meu dinheiro" e "este bem substituiu um bem particular" não são a mesma tese. A primeira o STJ já rejeitou. A segunda depende de reconstruir a cadeia — e é isso que decide a partilha.
Casa no divórcio: quem fica com o imóvel e como funciona a partilha?
Propriedade, financiamento e uso do imóvel são três perguntas diferentes. Quem sai de casa não perde sua parte, e quem fica nem sempre deve aluguel — mas o condomínio também não precisa durar para sempre.
Inventário e herança
Da abertura do inventário à partilha: vias, custos, prazos, dívidas e conflitos entre herdeiros.
Inventário: como funciona, documentos, prazo, custos e divisão da herança
Depois de um falecimento há providências jurídicas a organizar. Este guia percorre o caminho inteiro: quem participa, que patrimônio existe, por qual via, com que documentos e a que custo.Herdeiro no exterior: como funciona o inventário quando alguém mora fora do Brasil
Morar fora do país não retira o direito à herança. O que muda são os documentos, a forma de participar e os cuidados com prazos e representação.
Imóvel irregular no inventário: o que acontece quando a documentação não está em ordem
Matrícula desatualizada, construção não averbada ou imóvel ainda em nome de outra pessoa não impedem o inventário por si só, mas mudam o caminho até a partilha e o registro.
Dívidas no inventário: os herdeiros precisam pagar?
Dívida do falecido não vira dívida pessoal dos filhos — mas também não desaparece com a morte. O passivo é apurado dentro da sucessão, e só o que sobra depois dele é partilhado.
É possível excluir um herdeiro da herança? Entenda indignidade e deserdação
Relação ruim, abandono ou briga por patrimônio não afastam ninguém da sucessão. A lei prevê hipóteses específicas — e elas são poucas, precisas e difíceis de provar.
Herança sem testamento: quem herda e como funciona a ordem sucessória?
Não existe fórmula como "metade para o cônjuge e metade para os filhos". Antes de dividir, é preciso separar meação de herança e saber qual regime de bens vigorava.
Renúncia de herança: como funciona e qual a diferença para cessão de direitos hereditários?
Renunciar não é escolher quem fica com a sua parte. Quando existe um beneficiário determinado, o ato costuma ser outro — cessão de direitos hereditários — com efeitos civis e tributários diferentes.
Testamento: como funciona, quem pode fazer e o que pode ser decidido sobre a herança?
Testamento não é liberdade patrimonial ilimitada nem atalho para pular o inventário. Havendo herdeiros necessários, a legítima define de antemão sobre quanto existe liberdade — e a forma define se o documento vale.
É possível vender um imóvel durante o inventário? Entenda como funciona
O inventário não precisa terminar para que um bem seja vendido. Mas vender patrimônio do espólio não é uma operação imobiliária comum — e o consenso dos herdeiros não substitui as formalidades.
Inventário extrajudicial: quando é possível fazer o inventário em cartório?
Nem todo inventário precisa tramitar como processo judicial — e nem todo inventário consensual pode ir ao cartório. Este guia mostra onde fica a linha.
Planejamento sucessório
A organização da sucessão feita em vida: instrumentos, limites da legítima e o custo de cada estrutura.
Planejamento sucessório: como organizar patrimônio, família e herança em vida?
Planejamento sucessório não começa escolhendo entre testamento, doação ou holding. Começa pela família, pelo patrimônio e pelo problema que se quer resolver — e uma boa estrutura precisa continuar fazendo sentido enquanto o titular está vivo.Doação em vida: como funciona, quais os limites e quando pode fazer sentido?
Doar transfere patrimônio agora, não depois. Antes de perguntar quanto se pode passar aos filhos, é preciso perguntar quanto se precisa manter — e a lei também faz essa pergunta.
Holding familiar: como funciona e quando realmente vale a pena?
Holding não é um tipo de empresa nem um atalho para eliminar inventário e imposto. É uma estrutura societária com custo recorrente, governança e tributação próprias — que só cria valor quando resolve um problema real.
Sucessão em empresa familiar: como preparar a continuidade do negócio e a entrada dos herdeiros?
Herdar quotas não é o mesmo que administrar. A sucessão empresarial precisa separar propriedade, gestão, voto e benefício econômico — e responder quem assume o negócio no dia seguinte.
Serviços essenciais
Água e energia: quando a interrupção é regular, o que fazer no corte indevido e como se reclama.
Cortaram minha água ou luz por uma dívida antiga. Isso pode?
A resposta começa por identificar qual débito motivou o corte. Dívida do mês e dívida antiga não são tratadas da mesma forma — e essa diferença muda tudo.Produtos e garantias
Vício, prazo, garantia e assistência: o que se pode exigir quando o produto apresenta defeito.
Comprei um produto com defeito. Quais são meus direitos e prazos?
Nem todo defeito gera troca imediata. O Código de Defesa do Consumidor estabelece prazos, uma chance de reparo e alternativas — que mudam conforme o problema.Consumidor
Direitos em compras, serviços, cobranças e contratos de consumo.
Direito do Consumidor: quais são seus direitos e o que fazer quando uma empresa não resolve o problema?
Direito do consumidor não é mecanismo automático de indenização. Antes de perguntar quanto se pode receber, é preciso identificar o que aconteceu, qual direito foi afetado e o que existe para provar.Cancelamento de serviço: como funciona, quais cobranças podem existir e o que documentar
Cancelar um serviço não é apenas parar de usar. Existe um pedido formal, uma data de efeito e, conforme o contrato, cobranças que ainda podem ser legítimas depois do pedido.
Serviço não prestado: o que fazer quando você paga e a empresa não cumpre o combinado
Serviço pago que não foi prestado, foi interrompido ou saiu muito diferente do contratado tem tratamento próprio no CDC — e nem toda falha gera indenização automática.
Cobrança indevida: o que fazer quando uma empresa cobra algo que você não deve?
Cobrar errado, receber valor indevido, constranger o consumidor e negativar o nome são problemas diferentes. Uma cobrança indevida precisa ser classificada antes de ser indenizada.
Compra não entregue: o que fazer quando o prazo passa e o produto não chega?
Quando uma compra não chega, o primeiro objetivo não é transformar o atraso em indenização. É fazer o fornecedor cumprir a oferta ou encerrar corretamente a compra — e só depois avaliar o que o descumprimento causou.
Plano de saúde negou cobertura: o que fazer e quais documentos guardar?
Nem toda negativa é abusiva, e nem toda negativa é válida. A primeira decisão não é processar ou não: é identificar o fundamento da recusa, documentar a necessidade clínica e descobrir quanto tempo existe.
Negativação indevida: o que fazer quando seu nome é inscrito por uma dívida que você não reconhece?
Negativação indevida não é loteria de dano moral. Antes de falar em indenização, é preciso descobrir quem inscreveu, qual é a dívida, se o procedimento foi regular e o que a restrição efetivamente causou.
Propaganda enganosa: quando a publicidade pode violar os direitos do consumidor?
Publicidade enganosa não é a propaganda de que o consumidor não gostou. O ponto é se a informação apresentada — ou omitida — era capaz de induzir em erro sobre algo relevante para a decisão de compra.
Direito à saúde
Cobertura, negativas e limites do plano de saúde.
Direito à saúde e plano de saúde: cobertura, negativas, reajustes e direitos do beneficiário
Negativa de cobertura, reajuste, cancelamento ou dificuldade para conseguir um tratamento têm causas jurídicas diferentes. Este guia ajuda o beneficiário a identificar qual é o problema antes de decidir o próximo passo.Plano de saúde pode cancelar o contrato unilateralmente?
A resposta muda conforme o tipo de contrato. Plano individual ou familiar tem regras estritas de rescisão; plano coletivo admite rescisão imotivada em condições próprias — e nenhum dos dois autoriza qualquer cancelamento a qualquer momento.
Home care pelo plano de saúde: quando pode haver cobertura?
Home care não é um direito automático de quem prefere se tratar em casa. A discussão jurídica gira em torno da indicação clínica, da equivalência com a internação hospitalar coberta e do que o contrato prevê.
Medicamento negado pelo plano de saúde: o que fazer?
A negativa de um medicamento tem fundamentos diferentes conforme o tipo de uso — hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. Entender qual deles a operadora invocou é o que organiza os próximos passos.
Reajuste de plano de saúde: quando o aumento pode ser questionado?
Reajuste alto não é sinônimo de reajuste inválido. A discussão jurídica olha para o tipo de contrato, a base de cálculo aplicada e se a informação sobre o índice foi prestada de forma clara.
Terapias para TEA no plano de saúde: cobertura, limites e o que fazer diante de negativa
Sessões de terapia para pessoa com TEA deixaram de ter limite de quantidade e de método na regulamentação da ANS. Isso não significa cobertura irrestrita — significa que a negativa precisa de outro fundamento.
Cirurgia reparadora pós-bariátrica: quando o plano de saúde deve cobrir?
Cirurgia plástica não é sinônimo de cirurgia estética. O que define a discussão não é o nome do procedimento, e sim a finalidade clínica demonstrada pela indicação médica.
Coparticipação no plano de saúde: quando a cobrança pode ser abusiva?
Ter coparticipação prevista no plano é uma coisa. Toda cobrança feita a esse título ser válida é outra. O que separa as duas é o contrato, a informação e a forma de cálculo.
Responsabilidade civil
Quando existe dever de indenizar, e o que separa dano moral de dano material.
Responsabilidade civil: quem responde pelo prejuízo, o que pode ser indenizado e qual é o prazo
Quem causou o dano nem sempre é o único que responde, o prazo não é um só e a indenização se mede pela extensão do prejuízo — não pelo tamanho do aborrecimento.Acidente de trânsito: quando pode haver indenização e o que é preciso provar
Colisão não gera indenização automática: é preciso apurar culpa ou risco, provar o dano e demonstrar o nexo entre os dois.
Abandono afetivo pode gerar indenização? Entenda quando existe responsabilidade
O Direito não obriga ninguém a sentir afeto. A discussão jurídica é outra: se houve descumprimento relevante de deveres parentais, dano concreto e relação entre uma coisa e outra.
Infecção hospitalar pode gerar indenização? Entenda quando existe responsabilidade
A existência da infecção, sozinha, não responde a pergunta. O que se analisa é a origem, as circunstâncias do atendimento e a relação entre uma eventual falha e os danos sofridos.
Direito digital e prova
Ofensas em rede, perfis falsos e o uso de mensagens e publicações como prova.
Ofensas por WhatsApp ou redes sociais podem gerar dano moral?
Podem — mas não automaticamente. O que se analisa é o conteúdo, o contexto, o alcance e as consequências. E o que decide, na prática, é a prova preservada.Veículos
Propriedade, registro e as obrigações que recaem sobre quem figura como dono de um veículo.
Vendi o veículo e o comprador não transferiu: quem responde pelas multas, pelo IPVA e pelos pontos?
Entregar o carro transfere a propriedade, mas o registro continua no seu nome até alguém mexer nele. Daí em diante, multa, imposto e pontos seguem regras diferentes — e prazos diferentes.Contratos
Validade, interpretação, revisão, inadimplemento, rescisão e cobrança nas relações contratuais.
Contratos: validade, revisão, descumprimento, rescisão e cobrança
Todo contrato gera obrigações para as partes, e nem todo problema contratual se resolve da mesma forma. Este guia organiza validade, cumprimento, descumprimento e cobrança como um mapa para identificar o que se aplica ao seu caso.Direito bancário
Contratos bancários, crédito, financiamentos, cobranças, dívidas e conflitos com instituições financeiras.
Direito bancário: contratos, cobranças, financiamentos, dívidas e fraudes
Um problema com banco pode ser de contrato, de cobrança, de operação não reconhecida ou de fraude — e cada um segue um caminho diferente. Este guia ajuda a identificar em qual situação o caso se encaixa antes de decidir o que fazer.Existe limite para juros e encargos da dívida do cartão de crédito?
Desde 2017 a dívida só pode ficar no rotativo até a fatura seguinte, e desde 2024 os juros e encargos do rotativo e do parcelamento não podem passar do valor original da dívida. Entenda as duas regras e o que elas mudam para quem está endividado.
Revisão de contrato bancário: quando juros, tarifas e cobranças podem ser questionados?
Revisar um contrato bancário não significa reduzir dívida de forma automática. Entenda o que observar no contrato, no CET e nos encargos antes de saber se existe algo a questionar.
Benefícios e INSS
Benefícios do INSS, indeferimentos e questões ligadas a doença e incapacidade.
Benefícios do INSS: quais existem, quem pode ter direito e como funciona o pedido
Aposentadoria, auxílio, pensão, salário-maternidade e BPC seguem regras diferentes entre si. Este guia ajuda a identificar qual jornada previdenciária faz sentido investigar antes de pedir qualquer benefício.Benefício negado pelo INSS: o que fazer depois do indeferimento?
Um indeferimento do INSS não significa que o direito não existe — significa que, naquele momento, a análise não reconheceu os requisitos. Entenda como ler a decisão e quais caminhos existem a partir dela.
Auxílio-acidente: quem tem direito e como funciona o benefício?
O benefício não decorre do acidente em si, mas da sequela que sobra depois dele e da repercussão dela sobre o trabalho que a pessoa exercia.
Isenção de Imposto de Renda por doença grave: quem tem direito e como funciona?
A isenção não alcança a pessoa, e sim determinados rendimentos. Entender essa diferença é o que separa quem consegue o benefício de quem tem o pedido negado.
Registro civil
Correção de erros e alterações em certidões de nascimento, casamento e óbito.
Registro civil: correção de certidões, alteração de nome e retificação de registros
Erro em certidão, mudança de nome ou dúvida sobre filiação são problemas de registro civil — mas cada um segue um caminho próprio. Este guia ajuda a identificar qual é o seu caso antes de escolher entre cartório e via judicial.Reconhecimento de paternidade: como funciona e quais efeitos produz
O reconhecimento de paternidade pode ser voluntário, feito diretamente no registro civil, ou depender de decisão judicial quando não há concordância. Em qualquer via, os efeitos sobre nome, filiação, alimentos e herança são os mesmos.
Erro na certidão: como identificar o problema e pedir a correção?
Dois documentos que divergem não dizem qual dos dois está errado. Antes de pedir qualquer correção, é preciso descobrir onde a informação errada nasceu — e qual documento prova a certa.
Retificação de registro civil: quando pode ser feita no cartório e quando precisa ser judicial?
A escolha entre cartório e Justiça não depende de o erro ser grande ou pequeno. Depende do que se quer alterar, de qual hipótese legal autoriza a alteração e de existir ou não quem discorde.
Filiação socioafetiva: o que é, como reconhecer e quais efeitos jurídicos produz?
Reconhecer filiação socioafetiva não é registrar um vínculo de carinho. É constituir uma relação de parentalidade, com os direitos e deveres que vêm junto — inclusive os que ninguém previu.
É possível retirar o sobrenome do pai? Entenda quando o nome pode ser alterado
Retirar um sobrenome e apagar a filiação são coisas diferentes. A primeira é possível em hipóteses previstas em lei; a segunda não decorre da primeira — e nem os alimentos nem a herança seguem o nome.
Proteção e violência doméstica
Medidas protetivas e proteção de quem sofre violência doméstica ou familiar.
Medida protetiva de urgência: como pedir, o que proíbe e o que fazer se for descumprida
A medida protetiva é o instrumento da Lei Maria da Penha para afastar o agressor e reduzir o risco imediato. Entenda quem pode pedir, o que ela pode determinar e o que fazer diante de descumprimento.Não consegui carregar a conversa agora. Verifica sua internet e recarrega a página.
Mariá é uma inteligência artificial da Rezin & Maestrelli — não é advogada nem substitui orientação jurídica humana. Conteúdo informativo, conforme o Código de Ética da OAB.
